06 motivos para não sentir raiva de invejosos e de egoístas

Pessoas egoístas e/ou invejosas pagam um preço muito alto por sua imaturidade emocional. Apesar do mal que podem causar, em certos aspectos são dignas de pena.
Veja só :

1 – O invejoso vive em função de quem ele inveja, almeja a posição, as coisas e os sonhos do outros : ele é dependente.
2 – O egoísta nunca está satisfeito, vive reclamando e normalmente não tem atitude para resolver os seus problemas : ele é indolente.
3 – O invejoso não foca na sua própria vida e nos seus talentos pessoais, por isso, dificilmente alcança bons resultados : ele é incompetente.
4 – O egoísta não se dá conta de como ele mesmo sabota os próprios planos : ele é inconsequente.
5 – O invejoso não percebe o tempo que perde invejando a vida alheia : ele é displicente.
6 – O egoísta não valoriza os relacionamentos pessoais e não assume compromissos com ninguém : afinal, ele é egoísta.

É bom ficar atento : egoísmo e inveja não são características exclusivas de alguém, todos podemos incorrer neles em algum momento. Mas ao conviver com egoístas e/ou invejosos convictos, o ideal é estabelecer limites claros para não ser vítima dos seus ataques injustos. O egoísmo e inveja deixam as pessoas recalcadas. O amor e a alegria são libertadores.

Que a inveja alheia não apague a sua luz

A pessoa que te inveja agirá como se você não existisse, não reconhecerá os seus talentos e menosprezará os seus sonhos. Cabe à você não permitir que esse desprezo sugue as suas forças. O seu talento e os seus dons foram dados por Deus para serem utilizados. Se a sua luz pessoal é muito forte, pode incomodar os invejosos, por isso eles tentam apagar o seu brilho. Simplesmente não permita, e continue à brilhar. Seja no seu local de trabalho ou nos relacionamentos pessoais, não apague a sua luz.

Pare de demonstrar fraqueza

Pessoas tímidas e pouco articuladas desenvolvem um método natural para interagir socialmente : mostram-se fracas. Porque dessa forma elas não são vistas como concorrentes ou adversárias de ninguém, não são colocadas na berlinda e sim esquecidas num canto como se fossem um vaso de samambaias. Fingem-se de desinformadas e até de incompetentes apenas para não despertar a inveja alheia, principalmente no trabalho. E assim, fora da visão e da atenção, elas vão levando a vida, em paz com todo mundo, se esforçando para agradar os outros e abrindo mão dos próprios sonhos. O perigo é que de tanto se fazer de fraca, a pessoa passa à acreditar nisso, e assim, pouco conseguirá na vida. O melhor é aprender à defender-se do que fingir-se de fraco, é mais importante vencer o medo e se mostrar, do que viver o papel de bonzinho frustrado, mesmo que isso signifique conflitos e enfrentamentos. Escolher as migalhas da fraqueza quando se pode usufruir do banquete de ter orgulho de si próprio, é uma maneira pouco inteligente de passar pela vida, e a forma mais evidente de negar a própria capacidade de ser feliz.