Mal humorados e chatos

Chega à ser irritante a atitude de quem se assume como mal humorado e ríspido, e confere à si próprio o direito de atacar quem estiver por perto, sempre com a justificativa de que ‘eu sou assim mesmo’. Ora, a convivência pessoal, seja entre amigos ou no trabalho, pressupõe respeito mútuo e boa educação, no mínimo. Ninguém é obrigado à aceitar cara feia, desprezo ou grosseria de quem quer que seja. Quem tem questões pessoais mal resolvidas deve procurar ajuda, e não achar que por conta desses problemas tem o direito de destratar seu próximo. Quem convive com alguém assim, pode tentar ajudar por meio de uma conversa franca, mas principalmente, deve tomar cuidado para não se contaminar por essa energia negativa e altamente destrutiva.

Autor: Rogério Franco

Radialista, jornalista, publicitário, escritor e palestrante.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *